quarta-feira, 19 de junho de 2024
MENINA ESTUPRADA PELO MARIDO DA AVÓ
Vânia (o nome é fictício), 30, de Guarulhos (Grande SP), só soube que a filha Karen (o nome é fictício) tinha sido abusada pelo marido da sua mãe quando notou o aumento do volume abdominal. “Mãe, tem alguma coisa mexendo na minha barriga”, disse a menina, à época com 14 anos e na 29ª semana de gestação.
Após registrar um boletim de ocorrência, elas procuraram o Hospital da Mulher, na capital paulista. Lá, Karen foi submetida a exames, tomou o coquetel preconizado para casos de violência sexual, mas foi informada de que, no local, abortos legais só ocorriam até a 20ª semana de gestação.
No Hospital Maternidade Vila Nova Cachoeirinha, também não conseguiu ter acesso ao aborto legal porque a prefeitura havia suspendido os procedimentos.
Mãe e filha precisaram se deslocar de ônibus até Salvador (BA) para a interrupção da gestação. Foram dois dias e cinco horas de estrada. O estuprador continua foragido. “Minha filha sempre pergunta: ‘e aí, mãe, não vai acontecer nada com ele? Por que ele não foi preso se ele cometeu um crime?’”, diz a mãe.
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